Oração de perdão a si mesmo e aos outros



Meu Senhor e meu Deus, cheio de amor e bondade, eu aceito perdoar todas as pessoas em minha vida, a começar por mim mesmo, porque sei que o Senhor me perdoou primeiro. E se o Senhor já me perdoou, também eu me perdoo por todos os meus pecados, faltas e falhas, especialmente por esta situação (apresente a Deus o que o incomoda).
Eu me perdoo por não ser perfeito, por não acertar sempre, eu me aceito como sou e decido deixar de me criticar e ser eu mesmo o meu pior inimigo. Porque o Senhor está em mim, sei que posso viver reconciliado comigo mesmo. Liberto-me de tudo o que guardei contra mim mesmo. Liberto-me dessa prisão para ficar em paz comigo mesmo. Hoje, pelo poder do Espírito Santo, eu me perdoo e me reconcilio comigo mesmo.
Senhor, não quero desperdiçar a minha vida amarrado pela falta de perdão. Mas, às vezes, sinto-me fraco para perdoar. Não consigo perdoar com minhas próprias capacidades. Socorre-me com a tua força!
Sei que o Senhor não permitirá que os relacionamentos difíceis da minha vida se tornem ainda piores. Peço, Senhor, que cure as minhas raivas reprimidas, minhas amarguras e ressentimentos.
Eu tomo a firme decisão de viver reconciliado com as pessoas em minha vida.
Eu perdoo todas as pessoas ligadas a mim. Perdoo-as por todo negativismo e desamor que, querendo ou mesmo sem querer, passaram para mim no decorrer de minha vida. Perdoo especialmente esta pessoa (diga a Deus o nome dela) por esta situação (apresente ao Senhor o motivo). Eu a perdoo de todo o meu coração por qualquer tipo de abuso e decepção. Eu a perdoo, agora, por não ter me dado o amor e o respeito profundos, inteiros e suficientes de que eu tanto precisava. Eu a liberto e me reconcilio hoje com ela.
Sobretudo, meu Deus, peço agora a graça de perdoar a pessoa que mais me feriu na vida. Aquela que é mais difícil de perdoar. Quero perdoá-la agora, mesmo que ainda me sinta ferido e com raiva.
Mostra-me, Senhor, entre os meus amigos, na minha família, e naqueles que já exerceram alguma autoridade sobre mim, a quem em meu coração eu ainda preciso dar o meu perdão. Dá-me essa graça!
Abençoa cada uma dessas pessoas neste dia de hoje, Senhor! Que elas possam sentir-se especialmente livres e amadas por ti, neste momento. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Amém!
Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova

Oração a Nossa Senhora da Alegria



Na calma deste momento, 
furtando-me do corre-corre da vida, 
eu me recolho em Ti.
Senhora da alegria, 
olha a minha audácia: 
na singeleza da minha oração, 
eu te dou a minha alegria.
Como é bom ser alegre. 
Obrigado Senhora! Foi teu dom. 
Como é agradável ter a alma em paz. 
Ela é tua também. 
Como é maravilhoso ter a alma branda... 
Razão de ser de toda alegria.
Senhora, nos dias ensolarados 
e nas noites entreabertas, 
um sorrir sincero indique 
a alegria sempre em mim.
Que eu saiba sorrir a Ti 
em todas as circunstâncias da vida, 
nas festas, nas tormentas, 
no meu próximo.
Sorria eu, Senhora, 
para aprender com Tua/Teu salmista
a servir a Senhora, na alegria.
Que assim seja 
em nome de Teu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amém.

Aprenda a rezar a oração “Augusta Rainha dos Céus”


Em 1864, na França, Nossa Senhora apareceu a um sacerdote e ensinou-lhe uma oração poderosa para combater e derrotar os poderes do inferno.


No dia 13 de Janeiro de 1864, o Bem-aventurado Padre Luís-Eduardo Cestac foi subitamente atingido por um raio da luz divina. Ele viu demônios espalhados por toda a terra, causando uma imensa confusão. Ao mesmo tempo, ele teve uma visão da Virgem Maria. Nossa Senhora lhe revelou que realmente o poder dos demônios fora desencadeado em todo o mundo e que então, mais do que nunca, era necessário rezar à Rainha dos Anjos e pedir a ela que enviasse as legiões dos santos anjos para combater e derrotar os poderes do inferno.

“Minha Mãe", disse o padre, “vós sois tão bondosa, por que então não enviais por vós mesma estes anjos, sem que ninguém vos peça?"

“Não", respondeu a Santíssima Virgem, “a oração é uma condição estabelecida pelo próprio Deus para a obter esta graça."

“Então, Mãe santíssima – disse o sacerdote – ensinai-me como quereis que se vos peça!"

Foi então que o Bem-aventurado Luís-Eduardo Cestac recebeu a oração “Augusta Rainha dos céus". “Meu primeiro dever – disse ele – era apresentar esta oração a Monsenhor La Croix, bispo de Bayonne, que se dignou a aprová-la. Cumprido este dever, fiz imprimir 500.000 cópias, e providenciei que fossem distribuídas em todos os lugares. (...) Não devemos esquecer que, da primeira vez que as imprimimos, a máquina impressora chegou a quebrar duas vezes".

Esta oração foi indulgenciada pelo Papa São Pio X no dia 8 de julho de 1908. Recomenda-se que seja aprendida de cor:
Oração revelada
ao Bem-aventurado Padre Louis-Edouard Cestac
(13 de janeiro de 1864)
Auguste Reine des cieux, souveraine maîtresse des Anges,
Vous qui, dès le commencement, avez reçu de Dieu
le pouvoir et la mission d'écraser la tête de Satan,
Nous vous le demandons humblement,
Envoyez vos légions célestes pour que,
sous vos ordres, et par votre puissance,
Elles poursuivent les démons, les combattent partout,
Répriment leur audace, et les refoulent dans l'abîme.
Qui est comme Dieu?
O bonne et tendre mère,
Vous serez toujours notre Amour et notre espérance.
O Divine Mère,
Envoyez les Saints Anges pour nous défendre,
Et repoussez loin de nous le cruel ennemi.
Saints Anges et Archanges,
Défendez nous, gardez nous.

Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos,
Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus
o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás,
Nós vo-lo pedimos humildemente,
Enviai vossas legiões celestes para que,
sob vossas ordens, e por vosso poder,
Elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte,
Reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo.
Quem é como Deus?
Ó Mãe de bondade e ternura,
Vós sereis sempre o nosso Amor e a nossa esperança.
Ó Mãe Divina,
Enviai os Santos Anjos para nos defenderem,
E repeli para longe de nós o cruel inimigo.
Santos Anjos e Arcanjos,
Defendei-nos e guardai-nos. Amém.

Oracao a São Miguel

Em 18 de maio de 1890, vinte anos depois que a “Tomada de Roma” privou o Sumo Pontífice do derradeiro vestígio de sua soberania temporal, o Papa Leão XIII concedeu indulgências a todos os bispos e padres que, autorizados por seus Ordinários, recitassem devota e diariamente uma fórmula de exorcismo contra Satanás e os anjos rebeldes.

A fórmula de exorcismo, que foi inserida no Ritual Romano, continha uma oração a São Miguel Arcanjo um pouco diferente da tradicional, e mais longa, a qual reproduzimos abaixo, em português. O original latino, bem como a versão portuguesa da qual fizemos a seguinte adaptação, pode ser acessado no site Senza Pagare.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Ó gloriosíssimo Príncipe da milícia celeste, São Miguel Arcanjo, defendei-nos em nossa luta e combate contra os principados e as potestades, contra os governantes deste mundo de trevas e contra a perversidade dos espíritos celestes.

Vinde em auxílio dos homens, criados imortais por Deus, à sua imagem e semelhança, e resgatados a grande preço da tirania do demônio.

Combatei neste dia a batalha do Senhor, unido ao exército dos santos anjos, assim como debelastes outrora a Lúcifer, príncipe da soberba, e a horda de seus anjos apóstatas, que não puderem resistir-vos e perderam seu lugar no Céu.

Aquele grande dragão, a antiga serpente, chamada diabo e Satanás, que seduz o mundo inteiro, foi lançado no abismo junto com seus anjos. Mas eis que o antigo inimigo, homicida desde o princípio, volta a reerguer-se furioso.

Travestido de anjo de luz e acompanhado de toda a legião de espíritos malignos, ele vagueia em derredor, invadindo a terra a fim de extirpar o nome de Deus e do seu Cristo, e para apanhar, trucidar e precipitar no inferno as almas destinadas à coroa da eterna glória.

Este perverso dragão verte, como torrente imundíssima, o veneno de sua malícia sobre os homens, depravados de mente e corrompidos em seu coração; instila o espírito de mentira, impiedade e blasfêmia; exala o odor mortífero da luxúria, de todos os vícios e iniquidades.

Estes astutos inimigos encheram e inebriaram a Igreja, esposa do Cordeiro Imaculado, de amarguras e confusão, e deitaram suas mãos impiedosas sobre os seus bens mais sagrados.

Onde se encontra a Sé do beatíssimo Pedro e a Cátedra da Verdade, constituído para ser luz das nações, eles ergueram um trono de abominação e impiedade, a fim de que, abatendo o Pastor, pudessem dispersar o rebanho.

Eia, pois, ó General invencível, socorrei o povo de Deus contra os ataques dos espíritos iníquos e consegui-nos a vitória. A ti, nosso guardião e protetor, venera a Santa Igreja; de ti, nosso defensor, ela se gloria contra os nefastos poderes deste mundo e do inferno; a ti entregou o Senhor as almas dos redimidos, herdeiras da beatitude celeste.

Rogai a Deus que esmague a Satanás sob os nossos pés, para que ele já não possa mais reter-nos em seu cativeiro e assaltar a Igreja.

Oferecei nossas preces diante do Altíssimo, para que elas nos atraiam o quanto antes a misericórdia do Senhor. Acorrentai o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e lançai-o no abismo, para que ele não possa mais seduzir os povos. Amém

Novena ao Menino Jesus de Praga



Oração Inicial

Ó Jesus, que dissestes no vosso Evangelho: “Pedi e recebereis, procurai e achareis, batei à porta e ela se abrirá”!

Por intermédio de Maria, vossa Mãe Santíssima, com fé e confiança eu bato à porta do vosso Coração e humildemente peço a vossa Divina Graça. Atendei, Senhor, à humilde prece que nesse dia vos dirijo.

(Mencione o seu pedido)

Ó Jesus, que prometestes: “Tudo que pedirdes ao Meu Pai em Meu Nome, Ele vo-lo concederá”!

A Deus, vosso Pai e Meu Pai celestial, apresento a minha Oração. Intercedei junto ao Pai de bondade e Deus de toda consolação para que Ele ouça nesta hora a minha súplica.

(Mencione o seu pedido)

Ó Jesus, que afirmastes: “Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão”!

Confio em vossa promessa, Senhor, e tenho a esperança de que vosso poder e imensa bondade me consolarão e me darão o que vos peço neste momento.

(Mencione o seu pedido)

Em união com Jesus, rezar um pai-nosso a Deus e, em seguida, três ave-marias pedindo a intercessão de Nossa Senhora junto a Seu Filho, o Menino Jesus.

PRIMEIRO DIA

Ó dulcíssimo Menino Jesus, consciente de minha pequenez, prostrado a vossos pés me dirijo a Vós, que sois todo meu. Tenho grande necessidade de vossa ajuda. Lançai-me o vosso olhar de piedade. Vós, que sois onipotente, vinde socorrer-me em minha necessidade!

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância, ó Jesus, concedei-me a graça que insistentemente vos peço, se for para o meu bem e conforme vossa vontade!

(Faça seu pedido)

Não olheis os meus pecados, mas a minha fé e a vossa grande misericórdia!

Hino ao Santíssimo Nome de Jesus

Jesus, doce memória,
do coração harmonia,
mais que o vinho, mais que tudo,
tua presença é alegria.

Teu canto é o mais suave
e o mais agradável ao ouvido;
teu pensamento é o mais doce,
Jesus, Filho de Deus e meu Rei.

Esperança do penitente,
benigno com quem te invoca,
bondoso com quem te busca,
Como será o encontrar-te?

A língua não pode dizer,
nem a palavra expressar,
somente quem te encontrou,
sabe o que é amar.

Jesus, és nossa alegria,
és nosso prêmio eterno;
em Ti está nossa glória
agora e pelos séculos.
Amém.

Bendito seja o nome do Senhor.
Agora e por todo o sempre.

Oração

Ó Deus, que constituístes vosso Filho Unigênito como Salvador do gênero humano e lhe destes o nome de Jesus, concedei-nos um dia poder contemplar no céu Aquele cujo Santo Nome veneramos na terra. Amém.

SEGUNDO DIA

Ó celeste esplendor do Pai, em quem brilha a divindade, profundamente vos adoro e vos confesso verdadeiro Filho de Deus! Ofereço-vos a humilde homenagem de todo o meu ser. Não permitais que jamais me separe de Vós, meu Sumo Bem!

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

TERCEIRO DIA

Ó Menino Jesus, ao contemplar a vossa face, sinto uma grande confiança em Vós. Sim, tudo espero de vossa bondade. Irradiai, ó Jesus, vossas graças sobre mim e meus entes queridos. Assim poderei cantar vossa infinita misericórdia.

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

QUARTO DIA

Ó Jesus, reconheço-vos como meu soberano absoluto. Não quero servir ao demônio, nem às minhas paixões e pecados. Reinai, ó Jesus, neste pobre coração e tornai-o vosso para sempre!

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

QUINTO DIA

Eu vos contemplo, ó Dulcíssimo Redentor, revestido de um manto de púrpura. Este é o vosso uniforme real. Como me evoca o sangue, sangue derramado por mim! Fazei, ó Jesus, que eu corresponda a tamanho sacrifício e não recuse nenhum sofrimento por vossa causa.

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

SEXTO DIA

Ó amabilíssimo Menino, ao contemplar-vos segurando o mundo, meu coração se enche de alegria! Também a mim sustentais em todos os momentos de minha vida e me guardais como vossa propriedade. Cuidai de mim, ó Jesus, e socorrei-me em todas as minhas necessidades!

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

SÉTIMO DIA

Sobre vosso peito, ó Menino Jesus, brilha uma cruz; eis o estandarte de nossa redenção! Eu também tenho minha cruz, ó Divino Salvador, bem mais leve que a vossa, mas, ainda assim, ela me angustia. Ajudai-me a carregá-la, para que eu possa colher os seus frutos. Bem sabeis quanto sou fraco!

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

OITAVO DIA

Junto à Cruz, vislumbro sobre vosso peito, ó Menino Jesus, a imagem de vosso coração. Sois o verdadeiro Amigo, que generosamente vos repartis e imolais por todos os que são objeto de vosso amor. Enchei-me de caridade, ó Jesus, e ensinai-me a corresponder ao vosso Amor!

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

NONO DIA

Vossa Destra Onipotente, ó Menino Jesus, quantas bênçãos derrama sobre aqueles que vos honram e vos invocam! Abençoai-me também e bendizei toda a minha vida. Abençoai meus bons propósitos e socorrei-me em minhas necessidades. Escutai benigno os meus pedidos e bendirei o vosso Santo Nome cada dia de minha vida.

Pai nosso…

Ave Maria…

Glória ao Pai…

Por vossa Divina Infância… (a oração prossegue como no primeiro dia)

Retirado de Aleteia

Uma conversão pelo horror da guerra!

Uma conversão pelo horror da guerra!

Geoffrey Leonard Cheschire, combatente da segunda guerra
Geoffrey Leonard Cheschire
.
Geoffrey Leonard Cheschire foi um dos homens mais destacados de sua geração.

Militar audaz e admirado na Segunda Guerra Mundial, ele se tornou o mais jovem capitão de grupo da Royal Air Force e um dos pilotos dessa guerra mais altamente condecorados.
Entre as honras recebidas, está a Cruz da Vitoria — a mais alta condecoração concedida em toda a Comunidade Britânica por bravura em combate.

Ateu, ele se converteu à fé católica e fundou várias obras de caridade.

O capitão Leonard Cheschire, Barão Cheschire desde 1991, nasceu no dia 7 de setembro de 1917 em Chester, no Reino Unido, oriundo de uma família acomodada e de alto nível intelectual.
Seu pai, Geoffrey Chevalier Cheschire, era importante jurista que contribuiu de forma notável para a renovação do direito mercantil britânico.
Graduado em jurisprudência pela Universidade de Oxford em 1939, certa vez Leonardo apostou uma cerveja com um amigo, de que seria capaz de caminhar até Paris (excetuando-se o Canal da Mancha) somente com alguns centavos no bolso. E ganhou a aposta.
Outra vez, em 1936, em visita à Alemanha, quis assistir a um comício de Hitler, e escandalizou a muitos por não querer fazer a saudação nazista.
Quando a Segunda Guerra Mundial se aproximava, a RAF (Royal Air Force) recorreu aos campos universitários, para formar pilotos fora de seus quadros.

Cheschire alistou-se no esquadrão de sua escola, qualificando-se logo como piloto na Força de Voluntários da Reserva da RAF, em abril de 1937.

Promovido três anos depois a oficial aviador no Esquadrão 102, ele participou da Batalha da Inglaterra quando a RAF, em inferioridade numérica diante dos incessantes bombardeios da Luftwaffe, soube aproveitar-se dos erros do inimigo para impedir a invasão do país.
Após bombardear as instalações alemãs perto de Hamburgo, a perícia demonstrada por Cheschire ao voltar à sua base com um avião inteiramente avariado, mereceu-lhe a Ordem do Serviço Distinguido.
Ele a receberia em três outras ocasiões, além da Cruz do Serviço de Voo.
Promovido a líder de esquadrão, ordenou a realização de diversas melhorias no Esquadrão 76 da RAF, sob o seu comando, a fim de levantar o moral da unidade.
Inspirava tal confiança em seus subordinados, que eles exclamavam: 

“Somos os pardais de Cheschire”
.

Depois de muitos atos de bravura e heroísmo, em julho de 1944 Cheschire recebeu a máxima distinção militar britânica — a Cruz da Vitória —, “pela valentia e determinação de um chefe excepcional”.
Ele cumpriu ao todo 102 missões de voo, e sua liderança no mítico Esquadrão 617 — um dos que arrasava as rampas de lançamento dos famosos misseis V1 e V2 alemães — tornou-o uma legenda.

Em junho de 1941 ele se apaixonou por uma atriz americana mais velha do que ele 21 anos, com quem se casou. 
Como ambos eram ateus, o casamento foi só no civil.

Isto deu ensejo a que mais tarde, com o fracasso dessa união e sua conversão à Religião católica, ele se casasse em abril de 1959 na catedral católica de Bombaim (Índia) com Sue Ryder, também uma convertida ao catolicismo. Eles tiveram dois filhos.
Embora em sua infância Cheschire pertencesse à Igreja da Inglaterra, ele se tornara ateu na juventude.
Em 1945, durante uma conversa em um clube de Londres, ele chegou a afirmar que era um absurdo crer na existência de Deus.

Alegava que foi o homem quem O inventou para explicar a voz de sua consciência.

Em sua 103ª missão, Cheschire foi como observador ao bombardeamento nuclear de Hiroshima.
A violência que presenciou com a bomba atômica levou-o a ter duvidas sobre o futuro da civilização. Queria então fazer algo por ela.
Por isso, pouco depois, embora sendo o capitão mais novo da RAF, decidiu abandonar o serviço ativo, alegando razões médicas.

Cheschire começou então a dedicar-se a obras filantrópicas, auxiliando especialmente os ex-combatentes que se encontravam em necessidade.

Isso desfechou na criação das Casas VIP, acrônimo do latim Vade in Pace, residências que ajudariam antigos combatentes a começar uma nova vida.
Ele foi auxiliado nessa inciativa por Joan Botting, viúva de outro piloto.
Considerando que suas obras ficariam sem sentido se não as amparasse um ideal mais elevado, com a ajuda dessa viúva começou a investigar muitas religiões, entre elas os Adventistas do Sétimo Dia, os Metodistas, a Alta Igreja Anglicana, à procura de uma resposta.
Mas não encontrou nelas nenhuma resposta que o convencesse.
Foi então que um ex-combatente da Segunda Guerra lhe pediu um local para morar, enquanto se restabelecia de uma cirurgia.
Ao saber que o doente tinha um câncer terminal, Cheschire dedicou-se a ele. E vindo depois a falecer, cuidou de seu funeral.
Esse ato de caridade lhe abriu o caminho para a fé, pois nessa ocasião conheceu o livro:
“Um Senhor, uma Fé”, escrito por um ex-pastor anglicano convertido ao catolicismo, que afirmava:
“Eu não pude resistir à reivindicação da Igreja Católica de ser a única verdadeira Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo para guardar e ensinar a verdade.
Só Ela possui a autoridade e a unidade necessárias para essa vocação divina”. 

Ao ler essas palavras, Cheschire procurou instruir-se na Religião católica, sendo nela recebido na vigília de Natal de 1948.

Ao ingressar na Igreja católica, Cheschire encontrou o sentido para suas obras.

Fiel a Jesus Cristo, dedicou os 44 anos seguintes de sua vida a tornar mais suportável a existência daqueles que sofriam alguma deficiência.
Daí surgiu a maior estrutura assistencial britânica para deficientes, excetuando o serviço de saúde publica.
Tornado barão de Cheschire em 1991, Leonardo Cheschire faleceu no dia 31 de julho do ano seguinte, aos 74 anos de idade, vendo sua obra irradiar-se por 50 países.
.
Fonte: abim.inf.br

ORAÇÃO DE SÃO JORGE






ORAÇÃO de SÃO JORGE.
Dia: 23 de Abril.
São Jorge, guerreiro vencedor do dragão, Rogai por nós.
Ó São Jorge, meu guerreiro, invencível na Fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança abra os meus caminhos. Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer algum mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, a Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos.
Oh! Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel cavalo meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Ajudai-me a superar todo o desanimo e alcançar a graça que tanto preciso: (fazer aqui o seu pedido)... Dai-me coragem e esperança fortalecei minha  e auxiliai-me nesta necessidade.  Com o poder de Deus, de Jesus Cristo e do Divino Espírito Santo. Amém!
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria, 1 Glória ao Pai.  São Jorge rogai por nós!



ORAÇÃO DA ESPADA DE SÃO JORGE
São Jorge, guerreiro vencedor do dragão, Rogai por nós.
Oh! Glorioso Guerreiro São Jorge, eu te suplico confiante que serei atendido, neste momento difícil da minha vida, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, com Vossa Espada de Luta, venha cortar todo mal e principalmente ( fazer o pedido).
Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater o bom combate contra todo mal ou influência negativa que estiver em meu caminho. Amém.
São Jorge Cavaleiro, guiai-me. São Jorge Guerreiro, defendei-me. São Jorge Mártir, protegei-me.
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria, 1 Glória ao Pai.  São Jorge rogai por nós!


ORAÇÃO DO MANTO DE SÃO JORGE
São Jorge, guerreiro vencedor do dragão, Rogai por nós.
São Jorge, militar valoroso, que com a vossa lança abatestes e vencestes o dragão feroz, vinde em meu auxílio, nas tentações do demônio, nos perigos, nas dificuldades, nas aflições. Cobri-me com o vosso manto, ocultando-me dos meus inimigos, dos meus perseguidores. Protegido por vosso Manto, andarei por todos os caminhos, viajarei por todos os mares, de noite e de dia, e os meus inimigos não me verão, não me ouviram, não me acompanharão.
Sob a vossa proteção, não cairei, não derramarei o meu sangue, não me perderei. Assim como o Salvador esteve nove meses no seio de Nossa Senhora, assim eu estarei bem guardado e protegido, sob o vosso manto, tendo sempre São Jorge a minha frente armado de sua lança e do seu escudo. Amém.
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria, 1 Glória ao Pai.  São Jorge rogai por nós!




Jesus disse que não existe novena melhor do que esta (e ela só tem 11 palavras)


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Conheça o poder do ato de abandono

Eu peço a Deus tudo aquilo de que preciso. Muito. Às vezes, parece que isso é constante e eu vivo dizendo, de manhã até a noite: “Senhor, por favor me dê isso” ou “eu preciso disso”. Frequentemente, as minhas necessidades também se espalham para as conversas com amigos. Sempre peço que orem em meu nome por diversas intenções.
Embora eu tente não deixar minhas necessidades serem o foco exclusivo da minha oração, isso é quase inevitável. Tanto que, às vezes, eu me pergunto se eu não estaria sendo muito carente.
E chego à seguinte conclusão: todos somos carentes; isso é parte da condição humana. Porém, embora nossa necessidade nos torne um pouco vulneráveis ​​e fracos, Deus vê isso de forma diferente. Ele conhece nossas necessidades. E elas o glorificam, dando-lhe a oportunidade de nos dominar com sua bondade e piedade.
Dolindo Ruotolo, um frade capuchinho que viveu de 1882 a 1970, compreendeu profundamente a relação entre nossa necessidade e a bondade de Deus.
Ordenado aos 23 anos, Dolindo passou a vida em oração, sacrifício e serviço. Ele ouviu confissão, deu orientação espiritual e cuidou dos necessitados. Por um tempo, serviu como diretor espiritual de Padre Pio. Inclusive, quando alguns peregrinos de Nápoles, onde residia Dolindo, iam para Pietrelcina, Padre Pio costuma dizer: “Por que vocês veem aqui, se vocês têm Dom Dolindo em Nápoles? Vão até ele, ele é um santo! ”
O frade tornou-se conhecido por sua espiritualidade de rendição. Bem consciente da fraqueza e da necessidade humanas, Dolindo viu isso como uma forma de promover uma união contínua com Deus.
Ao nos convidar a levar continuamente nossas preocupações e preocupações ao Senhor, ele nos ensina que o foco de nossas orações não deve permanecer em nossas necessidades. Ele nos encoraja a levar nossas necessidades a Deus, deixando-o livre para cuidar de nós em sua sabedoria. Dolindo nos diz que o Senhor prometeu assumir plenamente todas as necessidades que confiamos a ele. Nas palavras de Jesus a Dolindo:
“Por que você se confunde com a sua preocupação? Deixe o cuidado de seus assuntos para mim e tudo ficará em paz. Digo-lhe, na verdade, que todos os atos de entrega verdadeira, cega e completa produzem o efeito que você deseja e resolvem todas as situações difíceis. (…)
Mil orações não são iguais a um ato de abandono; nunca esqueça isso. Não há melhor novena do que esta: ó Jesus, eu me abandono ao senhor. Jesus, assuma o controle.”
Muitas pessoas já testemunharam curas e graças obtidas depois de seguir os conselhos de Dolindo sobre a constante realização do ato de abandono à Divina Providência. A oração de rendição também pode ser feita em sua totalidade ou em nove segmentos mais curtos, como uma novena diária.
Eu tenho feito a novena sugerida pelo frade Duolindo há quase um ano e acho que ela não é apenas uma lembrança da importância de trazer minhas necessidades e preocupações ao Senhor, mas também uma fonte de grande consolo e encorajamento.
Dolindo Ruotolo é atualmente Servo de Deus; sua causa de beatificação está aberta.

Ato de abandono à Divina Providência

“Meu Deus, eu desconheço o que me poderá acontecer neste dia. Sei, porém que tudo o que me acontecer Vós o haveis disposto, previsto para o meu maior bem. Basta-me sabê-lo, ó meu Deus, para sossego e tranquilidade do meu coração.
Sei que tudo estará em conformidade com a vossa vontade e o Amor infinito que me consagrais como Pai, o mais amável e amigo, o mais fiel. Sou qual frágil criança, que nada posso nem na ordem da natureza, nem na graça e nem sequer posso ter um bom pensamento em Vós.
Entrego-me totalmente ao vosso paternal amor, sabendo que, assim como a mãe conduz só para o bem o filho que leva nos braços, assim Vós e melhor do que ela, só podereis dar-me o que for melhor para minha felicidade, santificação e salvação. Abandono-me inteiramente aos vossos santos, impenetráveis e eternos desígnios, e a eles me submeto de todo o coração.
Quero tudo, aceito tudo, tudo Vos ofereço, unindo-me ao sacrifício do Vosso querido Filho Unigênito e meu Salvador. Em nome de Jesus Cristo, pelo seu Santíssimo Coração e pelos seus merecimentos infinitos, peço-Vos a paciência nos sofrimentos e a perfeita conformidade com Vossa vontade por tudo o que Vós quiserdes e permitirdes.
Amém”.

Jesus disse que não existe novena melhor do que esta (e ela só tem 11 palavras)


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Conheça o poder do ato de abandono

Eu peço a Deus tudo aquilo de que preciso. Muito. Às vezes, parece que isso é constante e eu vivo dizendo, de manhã até a noite: “Senhor, por favor me dê isso” ou “eu preciso disso”. Frequentemente, as minhas necessidades também se espalham para as conversas com amigos. Sempre peço que orem em meu nome por diversas intenções.
Embora eu tente não deixar minhas necessidades serem o foco exclusivo da minha oração, isso é quase inevitável. Tanto que, às vezes, eu me pergunto se eu não estaria sendo muito carente.
E chego à seguinte conclusão: todos somos carentes; isso é parte da condição humana. Porém, embora nossa necessidade nos torne um pouco vulneráveis ​​e fracos, Deus vê isso de forma diferente. Ele conhece nossas necessidades. E elas o glorificam, dando-lhe a oportunidade de nos dominar com sua bondade e piedade.
Dolindo Ruotolo, um frade capuchinho que viveu de 1882 a 1970, compreendeu profundamente a relação entre nossa necessidade e a bondade de Deus.
Ordenado aos 23 anos, Dolindo passou a vida em oração, sacrifício e serviço. Ele ouviu confissão, deu orientação espiritual e cuidou dos necessitados. Por um tempo, serviu como diretor espiritual de Padre Pio. Inclusive, quando alguns peregrinos de Nápoles, onde residia Dolindo, iam para Pietrelcina, Padre Pio costuma dizer: “Por que vocês veem aqui, se vocês têm Dom Dolindo em Nápoles? Vão até ele, ele é um santo! ”
O frade tornou-se conhecido por sua espiritualidade de rendição. Bem consciente da fraqueza e da necessidade humanas, Dolindo viu isso como uma forma de promover uma união contínua com Deus.
Ao nos convidar a levar continuamente nossas preocupações e preocupações ao Senhor, ele nos ensina que o foco de nossas orações não deve permanecer em nossas necessidades. Ele nos encoraja a levar nossas necessidades a Deus, deixando-o livre para cuidar de nós em sua sabedoria. Dolindo nos diz que o Senhor prometeu assumir plenamente todas as necessidades que confiamos a ele. Nas palavras de Jesus a Dolindo:
“Por que você se confunde com a sua preocupação? Deixe o cuidado de seus assuntos para mim e tudo ficará em paz. Digo-lhe, na verdade, que todos os atos de entrega verdadeira, cega e completa produzem o efeito que você deseja e resolvem todas as situações difíceis. (…)
Mil orações não são iguais a um ato de abandono; nunca esqueça isso. Não há melhor novena do que esta: ó Jesus, eu me abandono ao senhor. Jesus, assuma o controle.”
Muitas pessoas já testemunharam curas e graças obtidas depois de seguir os conselhos de Dolindo sobre a constante realização do ato de abandono à Divina Providência. A oração de rendição também pode ser feita em sua totalidade ou em nove segmentos mais curtos, como uma novena diária.
Eu tenho feito a novena sugerida pelo frade Duolindo há quase um ano e acho que ela não é apenas uma lembrança da importância de trazer minhas necessidades e preocupações ao Senhor, mas também uma fonte de grande consolo e encorajamento.
Dolindo Ruotolo é atualmente Servo de Deus; sua causa de beatificação está aberta.

Ato de abandono à Divina Providência

“Meu Deus, eu desconheço o que me poderá acontecer neste dia. Sei, porém que tudo o que me acontecer Vós o haveis disposto, previsto para o meu maior bem. Basta-me sabê-lo, ó meu Deus, para sossego e tranquilidade do meu coração.
Sei que tudo estará em conformidade com a vossa vontade e o Amor infinito que me consagrais como Pai, o mais amável e amigo, o mais fiel. Sou qual frágil criança, que nada posso nem na ordem da natureza, nem na graça e nem sequer posso ter um bom pensamento em Vós.
Entrego-me totalmente ao vosso paternal amor, sabendo que, assim como a mãe conduz só para o bem o filho que leva nos braços, assim Vós e melhor do que ela, só podereis dar-me o que for melhor para minha felicidade, santificação e salvação. Abandono-me inteiramente aos vossos santos, impenetráveis e eternos desígnios, e a eles me submeto de todo o coração.
Quero tudo, aceito tudo, tudo Vos ofereço, unindo-me ao sacrifício do Vosso querido Filho Unigênito e meu Salvador. Em nome de Jesus Cristo, pelo seu Santíssimo Coração e pelos seus merecimentos infinitos, peço-Vos a paciência nos sofrimentos e a perfeita conformidade com Vossa vontade por tudo o que Vós quiserdes e permitirdes.
Amém”.